Bom dia, tarde e noite, companheiros e leitores do melhor blog do mundo. Talvez do rio. Okay, do meu melhor blog. Sejam bem vindos a um lapso do futuro, onde eu, senhor da verdade, vos digo como serão as coisas.
Ou talvez não.
Hoje me peguei conversando com dois amigos no trabalho sobre comer ou não comer carne. E todas as questões filosóficas envolvidas à isso. Falamos sobre tratamento dos animais, hormônios, cuidados naturais, custos, como se fôssemos verdadeiros agropecuários. E por fim, como sempre, chegamos a conclusão de que é muito mais para alimentar nosso psicológico do que qualquer outra coisa, afinal de contas, o que são, uma, cem ou até vinte mil pessoas entre sete bilhões?
E embora não tenha muito a ver, isso me fez pensar no futuro. No meu futuro. No futuro que eu vi com meus próprios olhos, e que sempre me pareceu ser a melhor opção. Querem saber qual é esse futuro? Lá vai:
Uma esposa bonita, mas nada muito linda, apenas bonita, inteligente, dois filhos, primeiro um menino e depois uma menina, um cachorro, um emprego bom, que eu não ganhe tanto, mas que também não trabalhe tanto em uma casa nem grande nem pequena, com um quintal ou uma varanda talvez.
Mas só porque eu já vi esse futuro, só porque eu já sei como ele funciona, será que ele é realmente o que eu quero? Será que ele é o melhor? Será que não é apenas o mais seguro?
Bem, a verdade é que eu não tenho uma resposta exata para isso. Há! Por essa vocês não esperavam, né? Eu sem resposta.
Mas por que comer carne me fez pensar no futuro, e consequentemente pensar sobre ele? Porque meu futuro envolve filhos. E será que é esse o mundo que eu quero que eles vivam? Onde pessoas passam fome somente para que outras possam ganhar dinheiro com comida? Onde muitos não tem acesso a água limpa, bem fundamental para a manutenção da vida? E com isso tem a ver com comer carne? Tudo. Vivemos em uma sociedade que, só para satisfazer a minha vontade de comer uma iguaria, são mortos pelo menos 40 frangos. Desculpem mas eu adoro coração de galinha. E não, infelizmente não é esse o mundo que eu quero para os meus filhos. E o que eu posso fazer para mudá-lo? Nada. Infelizmente meu psicológico já aceitou a derrota. Só me resta torcer.
É amigo(a) leitor(a), só me resta torcer, para que o mundo como nós conhecemos caminhe para algo melhor. Não para nós. Mas para aqueles que realmente hão de importar. Parece que no final das contas, ver o futuro não é exatamente o melhor dos dons.
Ou talvez não.
Hoje me peguei conversando com dois amigos no trabalho sobre comer ou não comer carne. E todas as questões filosóficas envolvidas à isso. Falamos sobre tratamento dos animais, hormônios, cuidados naturais, custos, como se fôssemos verdadeiros agropecuários. E por fim, como sempre, chegamos a conclusão de que é muito mais para alimentar nosso psicológico do que qualquer outra coisa, afinal de contas, o que são, uma, cem ou até vinte mil pessoas entre sete bilhões?
E embora não tenha muito a ver, isso me fez pensar no futuro. No meu futuro. No futuro que eu vi com meus próprios olhos, e que sempre me pareceu ser a melhor opção. Querem saber qual é esse futuro? Lá vai:
Uma esposa bonita, mas nada muito linda, apenas bonita, inteligente, dois filhos, primeiro um menino e depois uma menina, um cachorro, um emprego bom, que eu não ganhe tanto, mas que também não trabalhe tanto em uma casa nem grande nem pequena, com um quintal ou uma varanda talvez.
Mas só porque eu já vi esse futuro, só porque eu já sei como ele funciona, será que ele é realmente o que eu quero? Será que ele é o melhor? Será que não é apenas o mais seguro?
Bem, a verdade é que eu não tenho uma resposta exata para isso. Há! Por essa vocês não esperavam, né? Eu sem resposta.
Mas por que comer carne me fez pensar no futuro, e consequentemente pensar sobre ele? Porque meu futuro envolve filhos. E será que é esse o mundo que eu quero que eles vivam? Onde pessoas passam fome somente para que outras possam ganhar dinheiro com comida? Onde muitos não tem acesso a água limpa, bem fundamental para a manutenção da vida? E com isso tem a ver com comer carne? Tudo. Vivemos em uma sociedade que, só para satisfazer a minha vontade de comer uma iguaria, são mortos pelo menos 40 frangos. Desculpem mas eu adoro coração de galinha. E não, infelizmente não é esse o mundo que eu quero para os meus filhos. E o que eu posso fazer para mudá-lo? Nada. Infelizmente meu psicológico já aceitou a derrota. Só me resta torcer.
É amigo(a) leitor(a), só me resta torcer, para que o mundo como nós conhecemos caminhe para algo melhor. Não para nós. Mas para aqueles que realmente hão de importar. Parece que no final das contas, ver o futuro não é exatamente o melhor dos dons.