Olá! Sejam muito bem vindos(as) ao A Hora da Hora! E antes que acabe a sua visita de hoje, volte sempre! Primeiro eu preciso falar sobre meu texto anterior. Acreditem, leitoras, minha intenção não era ofender vocês, afinal de contas, se vocês lêem o blog, é sinal de que vocês não se encaixam nas definições lá citadas. E você, machão que ficou curioso e vai ler o texto antigo, fique à vontade para aplicar o que achar lá no seu dia-a-dia. Mas não fique tão optimista, pois o texto de hoje é para vocês, homens, machos, ávidos e sulcumbindo na sua própria testosterona!
Mas eu admito, que parte da minha motivação para escrever hoje, se deve ao fato deu descobnrir que a maioria dos leitores do blog são na verdade, leitoras, e que elas não gostaram tanto do que foi lido. Bem, eu não sou uma pessoa de voltar atrás nas minhas palavras, então não vou vir aqui dizer que o texto anterior não era pra valer, porque era. Ao invés disso, vou lhes fazer um texto mais engraçado sobre verdades de nós homens que vocês jamais ouviriam de nossas bocas.
Para início de conversa, nós homens não somos tão racionais quanto pregamos ser. Mais da metade das nossas decisões se baseam em apenas uma coisa: Comer vocês mulheres. É triste ouvir isso, mas é verdade. Nós homens podemos ser seus amigos, podemos até ouvir as coisas que vocês falam que não nos interessam, mas no final das contas nós queremos é sexo. Mas não saiam atacando seus namorados/maridos por aí. Tendemos a sossegar depois que arranjamos uma companheira. Bem, pelo menos na maioria dos casos. Pelo menos eu.
Em segundo lugar, se você está falando com um homem e quer impressioná-lo, fale sobre futebol. Fale certo, ou ele nunca mais vai prestar atenção no que você disser, mas se o seu comentário estiver correto ele não só vai te respeitar como vai querer continuar ouvindo o que você tem a dizer. E se ele diz que não gosta de futebol, ou ele está mentindo, porque é um péssimo jogador de futebol, ou ele tem tendências homossexuais. Não estou dizendo que ele seja viado. Eu disse tendências...
E por último, mas não menos importante, a melhor maneira de se prender um homem é com comida. Comida boa, é claro, mas com comida. Se você souber cozinhar ou tiver dinheiro suficiente para comprar comida de qualidade, você tem o seu homem na mão. Claro que o bom e eventual sexo ajudam a mantê-lo na linha, além é claro de um pouco de conversa e carinho.
E vocês podem confiar no que lêem aqui, porque por mais que nenhum homem vá admitir que o que está escrito aqui é verdade, pode ter certeza que ao executar coisas baseadas no que foi escrito com certeza vão dar certo. E vocês homens, não fiquem tristes por eu ter nos entregado, vai por mim, elas saberem disso tudo é melhor para nós mesmos.
Um blog simples, divertido, que trata sobre os assuntos em geral pelo ponto de vista de um jovem crítico, bem humorado mas que gosta de reclamar e contrariar tudo. Inclusive a si mesmo. Aproveitem. Novos textos toda segunda e quinta. Anotem nas suas agendas e NÃO percam.
sexta-feira, 25 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Mulher(es)
Falae galera! (me imaginem fazendo um hang loose)
Hoje eu decidi falar sobre algo que eu gosto muito. Vocês, mulheres! E antes que minha digníssima primeira dama venha se certificar de que eu não interessarei a vocês nunca mais (isso ae mesmo), eu gosto muito de falar sobre vocês mulheres. Não tanto quanto vocês, mas gosto. Eu abdiquei ao direito de gostar de mulher desde que eu aceitei-a como primeira dama.
E o texto de hoje começa justamente falando sobre isso. Porque vocês mulheres falam muito umas das outras. Vocês comentam mais sobre vocês mesmas do que nós homens. Na verdade eu diria que vocês falam mais sobre tudo, e não estou falando que vocês são tagarelas, mas sim que são pessoas que ao contrário de nós homens, sabem que não há nada melhor que uma boa conversa. Mas quando o assunto é mulher, vocês abusam do direito de falar umas das outras. Tirando a Ana Hickman, a Gisele Bündchen e a Patrícia Poeta, vocês se acham no direito, se não dever, de falar de todas as outras. Do cabelo, da roupa, das unhas, do jeito de andar, se tá assada, quantos namorados ela já teve e os gemidos que ela faz na cama.
Mas não é só falar. Vocês não comentam. Vocês criticam ou elogiam. Sempre! Se o que a dita cuja estiver usando/fazendo não estiver de acordo com o que vocês fazem ou ela estiver fazendo algo que vocês gostariam de fazer, mas não podem, vocês criticam. E criticam mesmo! E se elas estiverem segundo a vontade de vocês, vocês elogiam. Mas vocês são espertas, afinal, vocês só criticam/elogiam com aquelas que vocês sabem que compartilham a mesma opinião que vocês, o que geralmente causa algum conflito quando o comentário é feito com algum homem ou sobre algum homem.
Só que vocês são caçadoras caçadas. E por isso vocês se vestem para as mulheres. Entendam uma coisa simples: Os homens não olharão para qualquer outro lugar que não seja seu rosto, quadris, coxas e busto. Os mais criteriosos olharão para barriga, mas apenas para conferir que não existem muitos excessos, e apenas se faltar algo em algum dos critérios acima. Um homem jamais vai reparar se a cor da sua sandália não combina com a cor do seu prendedor de cabelo. Mas outra mulher? Essa vai reparar até se a cor da sua calcinha, caso apareça, não combina com algo do seu vestimento. Tal como você faz. Bate e volta.
Agora, sabe o que eu tenho pra dizer para aquelas que me dizem que "mulher é muito mais que isso" e que "vocês são complicadas demais para se rotular assim" ou ainda "não se pode generalizar"? Caguei!
Caguei mesmo, porque toda a minha teoria acima é embasada e confirmada por vocês mesmas, mulheres, que em algum momento de sobriedade cerebral (termo que eu acabo de inventar) confirmaram as minhas palavras.
Mas se você é mulher, não concorda com o texto, ou ficou chateada apenas com o meu caguei, não fique triste nem chateada comigo. Sério, não é culpa minha. É que como eu já havia dito, eu abdiquei do direito de gostar de vocês, ou até mesmo de ter compaixão, no dia em que eu aceitei ter a minha primeira dama, sabendo que ela é bem ciumenta. Mas eu prometo que retorno ao assunto em uma outra hora. Afinal de contas, se o assunto é mulher, vocês sabem melhor do que ninguém que ele pode render muito!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ser Nerd ou não ser?
Eis a minha indagação...
Sejam muito bem vindos, caros leitores. Hoje falaremos, ou melhor, falarei, sobre o que é ser Nerd, ou o sobre o orgulho Nerd. E sobre as várias facetas do Nerd, que de agora em diante vai vir em minúsculo que toda hora maiúscula é chato de ficar digitando.
No passado, e entenda-se por passado até os anos 2000, talvez um pouco mais ou pouco menos, havia um xingamento muito pesado que as pessoas usavam para denominar os gordos, os magrelos de óculos, os asmáticos, os jogadores de RPG e os viciados em computador ou em vídeo-game: nerd! Ser chamado de nerd era uma das maiores ofensas. Quando você dizia que alguém era nerd, você estava dizendo que ele era estranho, nojento e lerdo. Mas não era como viado ou filha da puta. Viado e filha da puta são xingamentos abstratos, apenas xingamentos. Mas nerd era feito sob alguns apontamentos reais e portanto, muito mais ofensivo. E se o cara era realmente nerd, isso não ia mudar muito, porque ele era tímido demais pra se defender verbalmente e fraco ou bobão demais para se defender fisicamente.
Mas, com a falta de opções sob o que fazer e a vida, em geral, solitária os nerds foram fazer algo que as pessoas normais não costumam fazer: foram estudar. E estudar mesmo. E estudar muito. E acabaram por estudar sob a maior novidade que estaria por vir nos anos seguintes: o computador.
Quando o computador se tornou uma peça fundamental na vida das pessoas, quando o computador começou a ser um universo inexplorado para muitos, quando o computador finalmente chegou as mãos da massa, os nerds já o dominavam. E quando o amigo do nerd, que jogava futebol muito bem no colégio mas não se tornou profissional ainda estava aprendendo a fazer planilha no excel, o nerd fazia animações em flash e programava em java, além é claro, de dominar o excel.
E foi justamente aí que aconteceu a grande reviravolta. Porque as grandes empresas começaram a precisar dos profissionais que estavam melhor qualificados ou que tinham uma maior intimidade com os computadores. E os nerds começaram a ganhar dinheiro. E no geral, manda na sociedade quem tem dinheiro.
Mas de uns 3 ou 4 anos pra cá a coisa saiu do controle. Ser nerd deixou de ser ofensa. Ainda há um ou outro que consideram ofensa e tentam diminuir os outros chamando de nerd, mas isso é passado. Quando eu era mais jovem, jogar RPG era um ato obscuro. Só quem jogava sabia e quando as pessoas perguntavam o que estávamos fazendo, inventávamos alguma desculpa e mudávamos de assunto, a não ser que fôssemos obrigados a explicar o que era, como para nossos pais, ou quando víamos algum novo jogador em potencial. Hoje em dia existem encontros de RPG, pessoas falam sobre RPG, pessoas jogam RPG em praças, shoppings, na praia, enfim, RPG deixou de ser a sociedade secreta do porão.
E o mesmo com vídeo-games. Antigamente se você tinha/jogava vídeo-game, é porque você era estranho ou um crianção ou não tinha dotes físicos para esportes. Hoje em dia as pessoas jogam vídeo-game até em familia! Pais com filhos jogando os mesmos jogos. E com o boom dos Multi Massive Online Rpg's, os MMOs, milhões de pessoas passaram a ficar no computador criando seus personagens e socializando enquanto jogavam alguma coisa. E jogar o seu MMO se tornou um compromisso tão importante quanto, se não mais, sair com os seus amigos, afinal de contas, quando você invade a caverna para matar o dragão com seus amigos de internet, você está saindo com seus amigos. É tudo questão de ponto de vista. Só que hoje em dia isso virou normal, e antigamente, se você não saísse com os seus amigos para ficar no computador, você era estranho, anti social e ninguém entendia como você conseguia fazer isso.
Não que isso tenha mudado muito as coisas. Os nerds continuam sem saber se vestir, continuam com manias estranhas e continuam não sabendo o que fazer na presença de um ser do gênero feminino. Aliás, gênero feminino, é coisa de nerd, não sabem o que fazer na presença de uma mulher. A diferença é que antes as pessoas riam disso, além de excluir quem fazia. Hoje elas acham normal e as mulheres, acham até bonitinho o magrelo espinhento com óculos mais grosso que vidro blindado, tímido, sem saber o que dizer e tremendo.
Mas eu vim falar sobre os nerds, porque antigamente eu era visto como um herói entre eles. Eu jogava RPG, ficava no computador, mas jogava futebol, tinha namoradas (poucas, mas tinha) e conseguia unir a socialização virtual com a socialização pessoal. Eu era o "nerd que deu certo". Hoje eu sou justamente o "nerd que fracassou", porque ao contrário dos meus amigos que me achavam um herói, eu não ganhei dinheiro, não fiquei valorizado no mercado e estou aqui, gastando o meu pouco talento com textos em um blog! Saudades dos velhos tempos...
quinta-feira, 3 de março de 2011
O que realmente importa?
Salve leitores do A Hora da Hora! É, eu sei, não ficou bom. Pareceu o Pedro Bial apresentando o BBB. Mas estamos chegando próximo de uma saudação inicial única, atemporal e não estranha, até porque, estão acabando as alternativas.
E hoje eu venho, nessa minha onda de abordar assuntos mais sérios, me aprofundar em um assunto que me vem queimando os neurônios a uma semana. Sabe, eu andei pensando e já respondendo a pergunta do título, pouco ou muito pouco.
Então, já que eu já respondi, não precisa continuar lendo o texto! Tenha um bom dia!
Bem, não é exatamente assim que funciona, mas é bem baseado nisso que eu escrevo hoje. Existe um não tão velho ditado, passado de geração em geração entre os Pfefferkorn, que diz que o tamanho do seu problema é proporcional ao tamanho da importância que você o dá. Bem, eu odeio contrariar tradições de familia, quanto mais da minha, logo eu apoio essa idéia. E esse é um dos motivos pelo qual as pessoas acham que eu não ligo pra nada. Não é que eu não ligue, mas se eu der muita importância pros meus problemas eles se tornarão grandes problemas, e isso, com certeza, eu não quero.
Mas de uma semana pra cá, eu venho pensando bem, e cheguei a conclusão de que essa frase se aplica a tudo que nos cerca. Já perdeu um celular? Fazem 2 meses que eu perdi o meu, e, por menor que minha agenda fosse, eu posso contar em uma mão a quantidade de telefones que eu realmente gostaria de ainda ter. Nesse momento você deve estar achando que eu sou anti-social. Ledo engano. A questão é que é bem assim mesmo. Enquanto você tem o celular, você tem números que você julga indispensáveis e que você não sabe o que faria se os perdesse. Mas quando você perde, são poucos os que você consegue recuperar. Digo mais, são poucos os que você faz questão de recuperar. E é aí que entra meu ponto. São poucos os que realmente são importantes.
E em tudo é assim. No trabalho, na vida amorosa, nas amizades, enfim, em tudo. Enquanto você tem, é importante e você julga fundamental, mas você só descobre o real valor das coisas a sua volta quando você perde. Parece engraçado, mas quem nunca ouviu aquela velha frase: "você só vai dar valor quando perder.". Pois então, eu mudo a frase para: "você só consegue dar o real valor, quando perde.". Além de fazer mais sentido, é mais genérico e tem uma menor chance de erro.
Mas relaxa, não estou incentivando ninguém a começar a aplicar o desapego. Ao contrário, eu acho muito melhor quando você tem muitas coisas, para que as chances de você ter algo que realmente importe aumentarem, afinal de contas, agente não vive só daquilo que é importante. fazer coisas supérfluas, como ler o meu blog, podem fazer toda a diferença no seu dia!
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