sábado, 14 de agosto de 2010

Demo+Kratos

Boa tarde queridos leitores, eu sei que o texto desta semana está atrasado mas foi devido a minha incapacidade de acordar mais cedo ou por falta de tempo mesmo. E para adequar o blog a minha nova falta de tempo, eu resolvi adicionar como um possível dia de atualização, as sextas-feiras. Agora sim, vamos ao texto.

Demo Kratos, ao contrário do que muitos vão pensar, não é algum tipo de demônio (Demo) ou de demonstração (Demo) de algum tipo de cratéra (Kratos) ou do personagem principal do jogo God of War (Kratos). Demo Kratos são os dois radicais gregos que formam a palavra democracia, isto é, um regime político em que o povo decide o que é melhor para si, diretamente ou indiretamente, escolhendo representantes. Mas isso você já sabia, ou pelo menos a parte da definição, deveria saber.

A importância deste texto, nos remete um fator mais relevante. Será que quem você escolheu para lhe representar está realmente lhe representando e cumprindo as promessas que lhe fez?

Nossas escolhas duram 4 anos! Quatro anos é muito tempo! Em quatro anos pessoas nascem, pessoas morrem, pessoas são promovidas, pessoas ficam desempregradas, amores acontecem... é muita coisa. Mas nós, brasileiros, temos o costume de achar que é apenas mais uma escolha, como escolher entre vestir amarelo ou azul. E deveria ser óbvio¹ (consulte o texto que falar sobre aprendizagem para mais informações) isso para as pessoas. Mas não é! São pouquíssimas as pessoas que elegem um candidato e vão cobrar dele aquilo que ele prometeu ou que ele se posicione de forma ao qual ele gostaria frente as questões políticas.

Tá, eu sei que parece chato e muito blá blá blá, e ainda mais complicado se você for levar em consideração a quantidade de coisas que você tem pra fazer no seu dia-a-dia mas eventualmente fiscalizar o sujeito para saber se ele é o que você queria, é importante para que você não repita o erro ou repita o acerto 4 anos mais tarde, porque sinceramente, eu fico indignado quando vejo que o Fernando Collor é, hoje em dia, deputado.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Um mar de rosas, uma chuva de pétalas ou um simples bouquet?

Olá a todos! Cheguem mais e não sintam medo! O blog mudou o visual e o formato e agora ele me parece mais completo e mais atrativo. Espero que gostem tanto quanto eu gostei ou mais até. E para comemorar a nova fase do blog, vou fazer um texto do qual eu achei que não faria antes. E obrigado pelos toques, Leo. E não deixem de visitar o blog do meu amigo Mário: http://tribunadooraculo.blogspot.com/. Ele não escreve como eu, mas não custa nada passar lá e ler também.

E pensando e repensando sobre tudo que já aconteceu na minha vida eu finalmente percebi que o amor é o maior problema que nós homens criamos. E eu digo que criamos porque nossos instintos não são monogâmicos. O amor vai contra tudo aquilo que somos nós. Nós falamos bobeiras, rimos sem pensar, choramos sem razão e brigamos, muitas vezes, por motivos irrelevantes. Parando pra pensar é quase como uma droga. E é mesmo! Quanto mais você tem, mais você quer e quanto mais você quer, mais você luta pra ter e quanto mais você luta pra ter, pior você fica quando não consegue. E para se livrar de um amor então, que problema!

Mas uma das coisas que eu mais me divirto sobre essa coisa chamada amor são os exageros que são criados. Coisas como "eu moveria fundos e mundos" ou "te daria as estrelas" e ainda "meu reino pelo seu sorriso" são, do ponto de vista de um espectador curioso e analítico, muito engraçadas. Não que esse espectador nunca tenha feito isso ou nunca virá a fazer, mas não deixa de ser engraçado no momento.

E é analisando tudo isso que eu finalmente percebi o real valor das coisas. Sabe, falar que eu vou te dar o mundo é muito fácil. Que te daria tantas flores que você poderia fazer uma mar de rosas. Que eu seria capaz de fazer chover pétalas apenas para que você não se molhasse. Mas nada disso se compararia a um bouquet de rosas. Porque o bouquet eu te daria de verdade.

Palavras são lindas, são fortes e, acima de tudo, enganadoras. Não que não dê pra enganar com gestos ou até mesmo olhares, mas confie em mim, com palavras é muito mais fácil. E já que é mais fácil, pra mim não me basta dizer eu te amo. Não me basta te dar um bouquet de rosas, ou no seu caso, alguns potes de palmito. Não me basta te olhar nos olhos e acariciar sua nuca todo dia antes de dormir. Não me basta gritar pro mundo. Mas se quando eu faço tudo isso, você me retribui esse seu sorriso que eu adoro, aí tudo faz sentido. Ainda que eu chegue em casa as 2, as vezes 3 da manhã. Porque só eu sei como é importante estar ao seu lado. E não são só palavras, gestos ou olhares. É amor.

Amor! Ainda que eu continue achando que é uma doença inventada por nós. Ainda que as vezes eu tenha vontade de te matar. Ainda que tudo dê errado, ao seu lado, continua perfeito. E assim espero que continue, até que você fique velha e rabugenta, que eu veja nosso filho não desperdiçar o futuro brilhante dele da mesma forma que eu o fiz. Até o dia em que você vai, com seus cabelos mais grisalhos do que nunca, olhar para nossas fotos jovens e se lembrar deste texto. Helaine, nunca se esqueça, eu te amo!